Autor: EVAG

  • Shadowban, poder privado e a urgência de construir autonomia comunicacional.

    Shadowban, poder privado e a urgência de construir autonomia comunicacional.

    Os episódios ocorridos em 9 de dezembro de 2025 no plenário da Câmara dos Deputados deveriam preocupar qualquer pessoa que minimamente defenda a democracia brasileira. O deputado Glauber Braga, conhecido por sua postura firme contra esquemas de corrupção e por denunciar ataques contra o povo brasileiro, foi retirado à força da Mesa Diretora enquanto realizava um protesto pacífico. Por ordens do presidente Hugo Motta, Glauber foi retirado à força da cadeira que ocupava. A transmissão institucional da TV Câmara foi interrompida exatamente no momento em que o deputado Glauber era arrastado brutalmente, assim como as deputadas Sâmia Bomfim e Célia Xakriabá. Ao mesmo tempo, jornalistas eram expulsos do plenário e impedidos de registrar a violência.

    A gravidade das cenas foi acompanhada de um movimento ainda mais preocupante: perfis de parlamentares do PSOL passaram a não aparecer na busca do Instagram, justamente quando a população buscava informações diretas sobre os acontecimentos nas redes sociais. De repente, a voz de quem denunciava um abuso institucional era tornada menos visível.

    Trata-se de um sintoma inegável de um problema mais profundo: a fragilidade estrutural da democracia quando sua circulação de informações depende quase inteiramente de plataformas privadas que operam com critérios próprios, opacos e orientados por interesses comerciais. É justamente por isso que o caso de Glauber, retirado à força do plenário e imediatamente seguido por sinais de invisibilização digital de parlamentares críticos, deveria ser lido como alerta.

    A discussão sobre shadowban não é técnica. É política. Shadowban é um mecanismo de silêncio que não assume seu nome. Nada é derrubado, nada é comunicado, nada é explicado. O usuário continua existindo, mas deixa de ser encontrado. É como se o debate público fosse reorganizado por “mãos invisíveis”, e toda dissidência pudesse ser sufocada sem deixar rastros. No instante em que isso se aplica a pessoas eleitas, que têm o dever de prestar contas à sociedade e o direito de serem ouvidas, entramos em um território perigoso demais para ser normalizado.

    A Meta, controladora do Instagram e do WhatsApp, é hoje uma das maiores intermediárias de comunicação política do planeta, mas não age como tal. Seu compromisso é com o lucro, e não com o acesso à informação. A transformação do Instagram em uma grande máquina de anúncios não foi um acidente. Foi uma escolha. O mesmo vale para o movimento do WhatsApp de cobrar por listas de transmissão, deslocando uma ferramenta popular de organização comunitária para um modelo comercial em que só alcança quem pode pagar. O resultado é simples: a comunicação orgânica se torna inviável, a comunicação política se torna cara e a democracia passa a operar sob o filtro do poder econômico.

    Essa lógica explica porque episódios de apagamento seletivo nunca são aleatórios. Plataformas priorizam estabilidade mercadológica, não tensões políticas. É mais simples reduzir a visibilidade de quem denuncia violência do que arriscar conflitos com grupos econômicos ou anunciantes. E a experiência internacional mostra que o avanço da extrema-direita passa necessariamente pelo domínio do fluxo informacional gerido pelas Big Techs. Não há inocência possível em empresas com esse grau de poder

    É nesse contexto que a defesa da regulação se torna essencial. Diversos pesquisadores, coletivos e entidades, como a Coalizão Direitos na Rede, têm insistido, com razão, que a sociedade precisa de regras claras, transparência e mecanismos públicos de responsabilização. Mas, mais do que citar princípios de terceiros, é importante afirmar que essa também é uma posição necessária para quem defende o direito à comunicação como fundamento democrático. O país não pode continuar à mercê de algoritmos que decidem quem aparece, quem se cala e quem se mantém relevante. Se o fluxo informacional é essencial para a democracia, então não pode ficar integralmente nas mãos de empresas cujo único critério é a rentabilidade.

    A posição da EVAG é clara. Dependência absoluta das Big Techs é um risco para qualquer ator político comprometido com justiça social e transformação democrática. Movimentos progressistas não podem se sujeitar a um ecossistema em que a circulação de suas ideias está condicionada a decisões obscuras tomadas em escritórios corporativos internacionais. Precisam de autonomia, de canais próprios, de infraestrutura comunicacional que não dependa da oscilação do algoritmo de acordo com as conveniências da vez.

    A internet já foi vista como espaço de liberdade e criação coletiva. Mas, na prática, tornou-se um ambiente concentrado, privatizado e hierarquizado, em que quem tem mais recursos compra mais visibilidade e quem desafia estruturas de poder corre o risco de desaparecer silenciosamente. Quando parlamentares como Glauber Braga são punidos no plenário e, logo depois, tornam-se difíceis de encontrar nas redes, o problema deixa de ser simplesmente político ou institucional. Passa a ser civilizatório.

    Precisamos disputar a comunicação como campo estratégico. Isso inclui lutar pela regulação das plataformas, construir meios alternativos e fortalecer redes próprias. Quem depende exclusivamente das Big Techs perde a capacidade de falar justamente quando mais precisa ser ouvido. E quem perde a voz em momentos de crise perde também a possibilidade de mobilizar, defender direitos, pressionar instituições e expor arbitrariedades que não encontram espaço nos grandes meios tradicionais.

    A democracia brasileira não sobrevive se a opinião pública for mediada por filtros privados que ninguém controla. E não haverá soberania informacional enquanto empresas estrangeiras puderem, com simples ajustes internos, reconfigurar o que é visível e o que é irrelevante. O shadowban aplicado contra parlamentares do PSOL apenas explicita um sistema já em funcionamento. Cabe a nós decidir se continuaremos reféns desse modelo ou se vamos construir alternativas baseadas em autonomia, transparência e compromisso real com o interesse público.

    Por fim, reafirmamos nosso mais completo apoio e solidariedade ao deputado Glauber Braga e às deputadas Sâmia Bomfim e Célia Xakriabá, que foram agredidas fisicamente. Nossa solidariedade também aos profissionais da imprensa que tiveram seu trabalho censurado por ordens do deputado Hugo Motta.

  • Automação sem perder o humano: equilíbrio entre dados e empatia.

    Automação sem perder o humano: equilíbrio entre dados e empatia.

    A tecnologia transformou a comunicação digital, mas também trouxe um risco: o da automatização sem vínculo. Muitos mandatos, organizações e coletivos usam ferramentas digitais para otimizar o tempo, mas acabam soando artificiais.

    A questão não é automatizar ou não, e sim como automatizar com propósito. Na EVAG, acreditamos que a automação deve servir para aproximar, e não para substituir a relação humana. E esse equilíbrio é o que garante a eficiência e a empatia da comunicação.

    O que é automação na prática.

    Automação é o uso de sistemas digitais para executar tarefas repetitivas de forma programada: enviar e-mails de boas-vindas, responder formulários, disparar mensagens, atualizar contatos. Ela permite que o diálogo com o público seja constante e previsível, sem depender de ações manuais.

    Mas a automação só funciona bem quando é guiada por dados. Cada envio precisa estar conectado a uma base segmentada que indique quem deve receber o quê, quando e por qual canal.

    Sem dados, a automação vira ruído. Com dados, ela se transforma em vínculo real.

    Humanizar a tecnologia é personalizar o vínculo.

    Automação humanizada é aquela que respeita a singularidade de cada pessoa da sua base. Ela fala com o nome, reconhece o interesse e envia o conteúdo no momento certo. É o oposto da mensagem genérica que todos recebem igual…ou deveria ser.

    Por exemplo:

    • quem assinou uma campanha pode receber um e-mail com o resultado da ação;

    • quem participou de uma oficina pode ser convidado para uma nova atividade no mesmo território;

    • quem abriu determinado e-mail pode ser inserido em um fluxo mais aprofundado sobre o tema.


    Esses gestos, embora automáticos, transmitem atenção e presença.

    Por que a empatia é o segredo da eficiência?

    No campo político e social, a comunicação precisa ser empática para ser legítima. Automatizar processos não é o mesmo que automatizar relações. Ao contrário, quando bem planejada, a automação libera tempo e energia da equipe para o que realmente importa: escutar, dialogar, construir junto.

    O segredo é programar o sistema para agir como uma extensão da escuta, não como um robô. É fazer da automação uma aliada da humanidade.

    Boas práticas para automatizar sem perder o humano.

    1. Planeje fluxos de comunicação curtos e claros.

    2. Evite mensagens genéricas. Personalize sempre que possível.

    3. Crie respostas que soem humanas. Prefira uma linguagem próxima, natural e gentil.

    4. Use automação para responder rápido, mas complemente com diálogo real.

    5. Mensure as reações. Se as pessoas não estão interagindo, é sinal de que algo precisa mudar.


    Automação não é sobre volume, é sobre relação contínua.

    O diferencial da EVAG.

    A EVAG desenvolve fluxos de automação integrados a bancos de dados segmentados e formulários inteligentes. Cada interação digital gera uma resposta planejada, com mensagens personalizadas e tom humano, alinhadas à identidade de cada organização.

    Nossos sistemas trabalham para manter vivo o vínculo entre dados e pessoas, ajudando mandatos e coletivos a se comunicar com constância, cuidado e coerência.

    Quer automatizar sua comunicação sem perder o vínculo humano?

    A EVAG cria estratégias de automação inteligente e empática, que fortalecem o relacionamento com suas comunidades e ampliam o alcance da sua causa.

    👉 Fale com nossa equipe e descubra como transformar tecnologia em presença.

  • Como planejar campanhas digitais com base em dados (e não em achismos).

    Como planejar campanhas digitais com base em dados (e não em achismos).

    Campanhas digitais bem-sucedidas não nascem do acaso. Elas são o resultado de planejamento, método e, principalmente, dados reais. No campo político e social, onde os recursos são limitados e as mensagens competem com ruídos de todos os lados, planejar com base em dados é o que diferencia campanhas que aparecem de campanhas que mobilizam.

    Na EVAG, chamamos isso de comunicação orientada por dados: o processo de construir campanhas a partir do que as pessoas realmente pensam, sentem e fazem, em vez de apostar em intuições ou modismos. Para isso, é fundamental entender quem é o seu público e o que está acontecendo na realidade que o toca.

    Por que dados são o ponto de partida.

    Toda boa campanha começa com uma pergunta simples: quem queremos alcançar e por quê?

    Responder a essa pergunta exige mais do que uma ideia criativa; exige informação. Os dados coletados em formulários, petições, abaixo-assinados e envios anteriores permitem entender o perfil do público, o território, o tema que gera mais interesse e até o melhor canal para comunicar.

    Com essas informações, é possível construir campanhas mais segmentadas, com mensagens que falam de forma direta com o público certo. É eficiência e propósito trabalhando juntos para engajar pessoas.

    Do dado à ação: etapas de um planejamento eficaz.

    1. Diagnóstico: analise sua base de contatos e identifique quem são seus públicos prioritários.

    2. Objetivo claro: defina o que a campanha pretende alcançar (mobilização, engajamento, visibilidade, coleta de assinaturas, arrecadação etc.).

    3. Segmentação: divida sua base em grupos por interesse, território ou nível de engajamento.

    4. Mensagem e formato: adapte o conteúdo a cada público.

    5. Canal de distribuição: escolha os meios certos (e-mail, WhatsApp, tráfego pago, redes sociais).

    6. Devolutiva e acompanhamento: mostre resultados e mantenha a comunicação viva.


    Campanhas orientadas por dados não são engessadas, mas estratégicas. Elas combinam escuta e análise para agir com mais precisão.

    Evite o improviso digital.

    O improviso é o maior inimigo da comunicação pública e institucional. Planejar com base em dados não significa agir lentamente, e sim agir com propósito. Os dados reduzem erros, orientam decisões e tornam o investimento mais eficiente, especialmente em campanhas com verba limitada.

    Sabemos que a conjuntura muda o tempo todo e que a qualquer momento pode surgir um assunto de alto potencial mobilizador. Mas, mesmo para aproveitar essas janelas de oportunidade que exigem agilidade, é necessário estar preparado para montar a estratégia correta.

    Em vez de “atirar para todos os lados”, campanhas baseadas em dados permitem falar com quem realmente importa. E, mais do que conquistar visibilidade, elas constroem comunidades engajadas.

    O diferencial da EVAG.

    Na EVAG, cada campanha começa com diagnóstico. Usamos os dados já disponíveis no site, nos formulários e nas bases de contatos para definir estratégia, público e mensagem. Depois, integramos tudo: formulários inteligentes, e-mail marketing, automação e tráfego pago.

    O resultado é uma comunicação que aprende com o próprio público e melhora a cada ciclo.

    Quer planejar sua próxima campanha com base em dados reais?

    A EVAG cria campanhas políticas e institucionais orientadas por dados, com planejamento completo: diagnóstico, segmentação, automação e mensuração de resultados.

    👉 Fale com nossa equipe e descubra como transformar dados em estratégia de impacto.

  • A importância das devolutivas na comunicação digital: dados também respondem!

    A importância das devolutivas na comunicação digital: dados também respondem!

    A comunicação digital não termina quando alguém preenche um formulário ou assina uma campanha. É justamente aí que ela começa.Em tempos de saturação de mensagens, dar retorno a quem participa é uma das formas mais simples e mais poderosas de construir confiança.

    Devolutivas não são apenas gestos de transparência, mas estratégias de fortalecimento de vínculo. Elas mostram que a escuta é real, que há diálogo, que cada participação importa. E quando o dado é tratado como relação, ele deixa de ser um número para se tornar um instrumento de engajamento e pertencimento.

    O que é uma devolutiva digital?

    Devolutiva é toda ação de retorno à pessoa que se engajou com a sua iniciativa, seja por meio de um e-mail, mensagem, agradecimento, resultado ou atualização. Ela funciona como um segundo passo do ciclo da comunicação: a resposta ao gesto de quem acreditou em você o suficiente para deixar seus dados.

    No universo das organizações, coletivos e mandatos, isso pode assumir muitas formas:

    • um e-mail informando o resultado de um abaixo-assinado;

    • uma mensagem automática de agradecimento após o envio de um formulário;

    • um resumo público sobre o que foi feito com as contribuições recebidas;

    • uma devolutiva coletiva nas redes, com transparência sobre impactos e próximos passos.


    Cada gesto de retorno consolida a confiança. E confiança é o terreno fértil da mobilização.

    Por que as devolutivas importam?

    No marketing digital, costuma-se falar muito sobre taxas de conversão. Mas, quando falamos de mobilização política e social, a métrica mais importante é o reconhecimento. Devolutivas são a forma mais direta de reconhecer as pessoas que dedicaram tempo e atenção à sua causa.

    Além disso, devolutivas:

    • fortalecem a credibilidade de campanhas e mandatos;

    • aumentam o engajamento contínuo (quem recebe retorno tende a participar de novo);

    • reduzem a taxa de descadastro em e-mails e mensagens;

    • ajudam a formar comunidades mais informadas e participativas.


    Quando a comunicação é uma via de mão dupla, os dados deixam de ser insumos e passam a ser histórias compartilhadas.

    Devolutiva também é estratégia de dados.

    A devolutiva é uma oportunidade de reativar sua base de contatos de maneira ética e inteligente. Ela mantém a comunicação viva, atualiza o interesse das pessoas e permite registrar novas interações no banco de dados.

    Por exemplo:

    • Ao enviar um e-mail com os resultados de uma ação, você pode incluir um botão de “quero continuar acompanhando esse tema”;

    • Ao agradecer por uma assinatura, pode convidar a pessoa para participar de uma próxima etapa;

    • Ao informar um resultado, pode coletar novos dados sobre perfil ou território.


    Cada devolutiva é, portanto, uma nova porta de entrada para o engajamento.

    Transparência e pertencimento: o elo da confiança.

    A ausência de retorno digital mina a credibilidade de qualquer iniciativa. Quem assina uma petição, preenche um formulário ou participa de uma campanha quer saber o que aconteceu depois. Responder é demonstrar respeito e compromisso.

    Nas redes sociais, a devolutiva pode ser pública, reforçando a prestação de contas. Por e-mail ou mensagem, pode ser personalizada, criando um canal de diálogo direto. Em ambos os casos, ela comunica o essencial: “Você faz parte disso.”

    E quando as pessoas se sentem parte, elas voltam, indicam e defendem a causa.

    O papel da automação nas devolutivas.

    As devolutivas não precisam ser manuais. Com as ferramentas certas, é possível automatizar respostas imediatas e programar comunicações de acompanhamento. Na EVAG, isso é feito a partir da integração entre formulários inteligentes, bancos de dados segmentados e fluxos automáticos de mensagens.

    Cada ação, seja uma inscrição, uma assinatura ou uma doação, aciona automaticamente uma resposta personalizada, reforçando o vínculo e mantendo o diálogo ativo. A tecnologia, usada com propósito, transforma a automação em cuidado.

    Devolutiva também é política.

    Para mandatos, coletivos e organizações sociais, responder é um ato político. É o que diferencia o marketing vazio da comunicação comprometida. É também uma forma de educar para a participação, mostrando que a escuta gera consequência e que a voz de cada pessoa tem peso.

    Na era dos dados, a devolutiva é o gesto que humaniza a tecnologia e traduz, na prática, o que chamamos de comunicação democrática.

    O diferencial da EVAG.

    Na EVAG, tratamos as devolutivas como parte essencial da estratégia digital. Nossos sites, formulários e fluxos de e-mails são planejados para coletar, responder e acompanhar as interações do público.

    A cada nova campanha, o dado coletado alimenta um processo de escuta e retorno, fortalecendo o relacionamento entre organizações e suas comunidades. Mais do que medir resultados, ajudamos a construir confiança em rede.

    Quer aprender a transformar dados em diálogo?

    A EVAG desenvolve estratégias de comunicação digital baseadas em dados, com automação de devolutivas, segmentação inteligente e planejamento de engajamento contínuo. Se a sua organização quer fortalecer vínculos e gerar confiança, podemos ajudar.

    👉 Fale com nossa equipe e descubra como planejar devolutivas que transformam dados em relações verdadeiras.

  • Da atenção ao engajamento: como transformar dados em vínculo digital.

    Da atenção ao engajamento: como transformar dados em vínculo digital.

    Em tempos de sobrecarga de informação, conquistar a atenção do público é um desafio. Mas mais difícil ainda é transformá-la em engajamento real.

    Curtidas, visualizações e seguidores são indicadores importantes, mas não bastam. O verdadeiro poder da comunicação digital está na capacidade de transformar dados em relações duradouras, e é exatamente isso que define uma boa estratégia de dados.

    Na EVAG, acreditamos que toda ação de comunicação deve partir de uma pergunta simples: como esse dado pode nos aproximar das pessoas que queremos mobilizar?

    A diferença entre atenção e engajamento.

    Atenção é momentânea. Engajamento é vínculo. Enquanto a atenção depende de estímulos externos como um post bonito, um vídeo envolvente, uma manchete chamativa, o engajamento nasce de processos contínuos: escuta, devolutiva, personalização e confiança.

    É nesse ponto que entram os dados de relacionamento. Quando coletados com propósito e integrados a uma base organizada, eles revelam quem são as pessoas que mais se conectam com a sua causa, de onde vêm, sobre o que se interessam e como preferem se comunicar.

    Com essas informações, é possível construir estratégias de comunicação mais humanas, que falam diretamente com os públicos e territórios que importam.

    Transformar dados em vínculo é transformar método em escuta.

    O uso de dados em mandatos, coletivos e organizações sociais não deve ser visto como ferramenta fria de marketing, mas como uma nova forma de escuta política.

    Cada formulário respondido, cada inscrição em campanha e cada e-mail aberto é uma demonstração de interesse, um sinal de que existe ali alguém disposto a participar.

    A diferença entre um dado e um vínculo está na maneira como ele é usado:

    • Se o dado é guardado, ele se torna estatística.

    • Se o dado é ativado, ele se transforma em relação.


    A boa comunicação digital é aquela que devolve, responde e continua a conversa.

    O papel dos formulários inteligentes nesse processo.

    Os formulários são o ponto de partida da escuta digital. Eles permitem entender perfis, demandas e prioridades do público de forma estruturada. Mas, quando conectados a um banco de dados segmentado, ganham uma função ainda mais potente: a de nutrir relações de longo prazo.

    Por exemplo, um mandato pode identificar pessoas interessadas em educação e, meses depois, enviar apenas a esse grupo uma consulta pública sobre o tema. Ou uma ONG pode reativar contatos de uma antiga campanha e convidá-los para uma nova ação relacionada.

    Essas conexões são simples, mas constroem comunidades ativas e confiantes.

    Engajamento com propósito: quando dados viram movimento.

    Em campanhas de mobilização, cada ação digital (uma assinatura, uma mensagem enviada ou um formulário preenchido) é uma oportunidade de fortalecer o laço entre a organização e o público. Os dados permitem acompanhar esse percurso, medir o alcance, reconhecer lideranças locais e planejar próximas etapas de forma mais precisa.

    Mais do que gerar métricas, eles ajudam a gerar pertencimento. E pertencimento é o que sustenta movimentos, coletivos e mandatos ao longo do tempo.

    O diferencial da EVAG.

    Na EVAG, usamos dados como ferramenta de fortalecimento democrático.

    Criamos sites integrados a formulários inteligentes e bancos de contatos segmentados, que permitem transformar atenção em engajamento e engajamento em ação.

    Nossa metodologia conecta comunicação e mobilização, garantindo que cada contato se torne parte de uma rede viva de pessoas interessadas em construir mudanças reais.

    Quer transformar atenção em engajamento real?

    A EVAG ajuda mandatos, movimentos e organizações a planejar estratégias de comunicação baseadas em dados, com segmentação, automação e tráfego inteligente. Cada campanha é pensada para gerar mais que alcance: para gerar vínculo.

    👉 Fale com nossa equipe e descubra como transformar sua base de dados em uma rede de mobilização contínua.

  • Segmentação de contatos: o que é, por que importa e como isso muda sua comunicação?

    Segmentação de contatos: o que é, por que importa e como isso muda sua comunicação?

    Porque falar com todo mundo é o mesmo que não falar com ninguém.

    Na comunicação digital, relevância é tudo. De nada adianta ter milhares de contatos se suas mensagens chegam desconectadas dos interesses, do território ou do momento de cada pessoa. É por isso que a segmentação de contatos se tornou o coração das estratégias mais eficazes de marketing e mobilização.

    Ao invés de apostar em disparos genéricos, as marcas e organizações que mais crescem são aquelas que personalizam a comunicação, enviando o conteúdo certo para a pessoa certa no momento certo.

    Na EVAG, essa lógica é a base de toda construção de sites, formulários e bancos de dados integrados.

    O que é segmentação de contatos?

    Segmentar contatos significa dividir sua base de dados em grupos com características ou interesses semelhantes. Essas divisões podem ser feitas a partir de múltiplos critérios, como:

    • Território: cidade, estado, bairro ou região de atuação;

    • Tema de interesse: saúde, educação, cultura, direitos humanos, meio ambiente etc.;

    • Perfil de engajamento: pessoas que apenas se cadastraram, que já participaram de campanhas ou que fazem parte da sua rede ativa;

    • Origem do contato: de qual formulário ou campanha essa pessoa veio;

    • Função ou vínculo institucional: se é eleitor, apoiador, filiado, membro de equipe, voluntário etc.


    Cada um desses recortes permite criar mensagens mais direcionadas e eficazes, evitando ruídos e ampliando a taxa de resposta.

    Por que segmentar faz diferença?

    A segmentação é o que transforma uma base de contatos em um ativo estratégico de comunicação. Ela permite que seu mandato ou organização fale de maneira personalizada e empática, gerando resultados concretos, como:

    • Maior engajamento: e-mails e mensagens segmentadas têm taxas de abertura até 50% maiores;

    • Melhor aproveitamento de campanhas: anúncios, petições e formulários chegam a quem tem mais afinidade com o tema;

    • Redução de custos: evita disparos desnecessários e desperdício de verba em tráfego pago;

    • Fortalecimento de vínculos: quem recebe comunicações relevantes sente-se parte de uma comunidade, e não de uma lista impessoal.


    Em um cenário de saturação de conteúdo, a personalização é o diferencial competitivo.

    Como a segmentação começa: formulários inteligentes.

    Na EVAG, a segmentação começa antes mesmo do primeiro envio. Ela é pensada desde o formulário, e cada campo é desenhado para gerar dados estratégicos que, mais tarde, permitirão uma comunicação direcionada.

    Quando uma pessoa se cadastra no site, o sistema já identifica e classifica automaticamente o perfil, por exemplo: “morador da Zona Leste”, “profissional da educação”, “interessada em direitos das mulheres” ou “apoiador de campanha X”. Essas informações alimentam o banco de contatos e, a partir daí, cada comunicação pode ser personalizada conforme o interesse real daquele público.

    É o que transforma um clique isolado em um relacionamento contínuo.

    Segmentação + automação = comunicação eficiente.

    O passo seguinte é integrar a base segmentada com sistemas de automação de e-mail e mensagens. Assim, é possível criar fluxos específicos, como:

    • mensagens de boas-vindas;

    • convites para eventos por região;

    • devolutivas de campanhas de mobilização;

    • lembretes personalizados;

    • disparos automáticos baseados em interações.


    Essa automação garante regularidade, coerência e presença constante, mesmo em bases com milhares de contatos.

    Segmentação e tráfego pago: uma dupla imbatível.

    A segmentação também alimenta as campanhas de tráfego pago. Quando a base está organizada, é possível criar públicos personalizados e audiências semelhantes, otimizando o investimento e direcionando anúncios para quem realmente importa.

    Cada real investido em mídia gera mais retorno porque é aplicado sobre dados concretos, e não sobre estimativas de interesse.

    O diferencial da EVAG.

    A EVAG foi uma das primeiras agências de comunicação parlamentar e institucional a estruturar bancos de contatos segmentados em larga escala no Brasil. Nosso método conecta site, formulário, base de dados e campanhas, criando um sistema integrado que fortalece a comunicação direta.

    A mesma estrutura que usamos para mandatos parlamentares, chapas eleitorais, organizações sociais e sindicatos pode ser aplicada a qualquer instituição que deseje construir uma comunidade sólida e ativa.

    Boas práticas para segmentar sua base.

    1. Colete apenas o necessário: cada campo do formulário deve ter um propósito estratégico.

    2. Revise periodicamente sua base: elimine duplicidades e dados obsoletos.

    3. Nomeie os grupos de forma clara: isso facilita o uso posterior nos envios e campanhas.

    4. Teste suas segmentações: compare resultados entre grupos para entender o que funciona melhor.

    5. Respeite a privacidade: siga as normas da LGPD e comunique o uso dos dados com transparência.


    Conclusão: segmentar é cuidar da sua comunicação.

    Segmentar é ouvir. É entender que cada pessoa que interage com sua figura, organização ou coletivo tem um motivo, um contexto e uma expectativa diferentes. Quando você fala com precisão, gera confiança; quando ouve com atenção, gera vínculo.

    E essa é a base da comunicação eficiente: tratar dados como pessoas e mensagens como relações.

    Quer transformar sua base de contatos em uma estratégia de comunicação inteligente?

    A EVAG cria sites com formulários inteligentes, integrados a bancos de contatos segmentados, fluxos automáticos de e-mails e mensagens e campanhas de tráfego pago que convertem de verdade.

    👉 Fale com nossa equipe e descubra como segmentar sua comunicação para alcançar as pessoas certas, com propósito, eficiência e resultado.

  • Por que o e-mail ainda é o canal mais poderoso do marketing digital.

    Por que o e-mail ainda é o canal mais poderoso do marketing digital.

    Enquanto as redes sociais dominam as conversas e os algoritmos decidem quem vê o quê, o e-mail segue firme como o canal mais direto, estável e eficiente para se comunicar com o público. Ele não depende de curtidas, impulsionamentos ou mudanças de plataforma: depende apenas da relação construída entre você e sua base de contatos.

    Na era dos dados, o e-mail marketing voltou a ocupar o centro das estratégias de comunicação digital, agora com automações inteligentes, segmentação precisa e métricas que realmente importam.

    O e-mail nunca saiu de cena: ele evoluiu.

    Muitos acreditaram que o e-mail estava perdendo relevância com o crescimento das redes sociais. Mas o tempo mostrou o contrário: ele se reinventou. Hoje, o e-mail é um canal de alta conversão e baixo custo, que permite conversar de forma personalizada com cada pessoa da sua base.

    Segundo dados recentes de mercado, o e-mail marketing apresenta um ROI médio de 36 dólares para cada dólar investido, um dos mais altos entre todas as ferramentas digitais. Isso acontece porque ele chega direto na caixa de entrada, sem intermediação de algoritmos, e mantém o contato contínuo com quem já demonstrou interesse no seu projeto ou causa.

    A força do vínculo direto.

    Quando alguém preenche um formulário no seu site e autoriza o recebimento de mensagens, ela está abrindo um canal de confiança. Cada e-mail enviado é uma oportunidade de fortalecer esse vínculo, não apenas com ofertas ou notícias, mas com conteúdo relevante, narrativas consistentes e transparência.

    Ao contrário das redes, onde a disputa é por atenção instantânea, o e-mail é um espaço de leitura intencional: quem abre quer saber o que você tem a dizer. E é nesse espaço que a comunicação se torna mais íntima, constante e eficaz. A última atualização do Whatsapp, que passa a cobrar pelo envio de listas de transmissão, só reforça o protagonismo do e-mail como o canal mais eficiente e escalável de comunicação direta para grandes públicos.

    Segmentação: o segredo da eficácia

    O e-mail marketing só mostra todo o seu potencial quando está conectado a um banco de contatos segmentado. Na EVAG, a segmentação é construída desde o formulário que coleta informações como território, interesse, perfil e nível de engajamento.

    Esses dados permitem criar envios específicos:

    • campanhas locais (por cidade ou região),

    • newsletters temáticas (por área de interesse),

    • comunicações exclusivas (para apoiadores mais engajados).


    Em vez de disparos genéricos, cada pessoa recebe o que faz sentido para ela, e isso multiplica as taxas de abertura, cliques e respostas.

    Automação com propósito.

    Outro avanço que mantém o e-mail relevante é a automação. Hoje é possível programar fluxos automáticos que acompanham cada nova pessoa cadastrada: uma mensagem de boas-vindas, uma sequência de conteúdo, um lembrete de evento, uma devolutiva de campanha.

    Essas automações criam ritmo e previsibilidade na comunicação, sem perder o toque humano. Elas ajudam a transformar o e-mail de ferramenta operacional em instrumento de relacionamento contínuo.

    Do disparo à análise: mensurar é aprender.

    Uma das maiores vantagens do e-mail marketing é a capacidade de medir tudo:

    • Taxa de abertura e cliques

    • Tempo médio de leitura

    • Interação com links

    • Conversão final


    Esses dados permitem entender o comportamento da audiência e aperfeiçoar o conteúdo a cada envio. Enquanto nas redes sociais o alcance é incerto, o e-mail oferece transparência total sobre resultados e, consequentemente, sobre o retorno do investimento.

    Como o e-mail se integra à estratégia da EVAG?

    Na EVAG, o e-mail não é uma ferramenta isolada: ele faz parte de um ecossistema de comunicação baseado em dados. Tudo começa no site, passa pelo formulário inteligente, se organiza no banco de contatos segmentado e se transforma em fluxos de e-mails personalizados.

    Essa integração permite que cada campanha, seja de engajamento, mobilização, ou comunicação institucional, alcance o público certo com mensagens precisas e eficientes.
    Além disso, a base de contatos usada nos e-mails também serve como ponto de partida para campanhas de tráfego pago e remarketing, fechando o ciclo da estratégia.

    Boas práticas para um e-mail que converte:

    1. Assunto claro e objetivo: é o primeiro passo para garantir a abertura.

    2. Personalização: chame o destinatário pelo nome e use informações que o conectem ao conteúdo.

    3. Design limpo e responsivo: seu e-mail precisa funcionar bem em qualquer tela.

    4. Valor em cada envio: não envie apenas para “manter contato”, cada mensagem deve entregar algo útil ou inspirador.

    5. Encerramento com propósito: inclua um call to action simples e coerente com o tema.


    Conclusão: o poder do contato direto.

    Depois do site, o e-mail é o único canal que continua sendo realmente seu. Ele não depende de terceiros, não exige investimento contínuo em anúncios e constrói uma base proprietária que pode ser ativada a qualquer momento. É, portanto, o pilar da comunicação digital estratégica: o elo entre dados, relacionamento e conversão.

    Quer fortalecer sua comunicação direta com quem mais importa?

    A EVAG cria estratégias completas de e-mail marketing integradas a sites, formulários e bancos de dados segmentados. Da criação visual à automação, te ajudamos a transformar mensagens em conexões reais.

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  • O poder dos formulários inteligentes: como transformar cliques em relacionamentos duradouros

    O poder dos formulários inteligentes: como transformar cliques em relacionamentos duradouros

    Em um cenário em que as redes sociais mudam seus algoritmos a cada semana e a atenção das pessoas se fragmenta em segundos, figuras públicas e entidades que desejam construir vínculos reais precisam ir além da visibilidade. É aí que entram os formulários inteligentes, ferramentas simples na aparência, mas capazes de transformar um clique em um relacionamento duradouro.

    Mais do que captar dados, eles criam pontes. São o primeiro contato entre quem se interessa pelo seu trabalho e a estratégia que pode transformá-lo em parte ativa da sua comunidade.

    Por que formulários são mais que “caixas de inscrição”

    Durante muito tempo, formulários eram vistos apenas como um espaço burocrático: nome, e-mail, telefone. Hoje, são o coração de qualquer estratégia de dados bem estruturada.
    Quando pensados com propósito e conectados a um banco de contatos segmentado, eles passam a ter outra função: entender o público, personalizar a comunicação e criar fluxos automáticos que mantêm o vínculo vivo.

    Um bom formulário não coleta apenas informações: ele gera insights. Ao perguntar o tema de interesse, o território ou o tipo de vínculo com a causa, você começa a mapear comportamentos e identificar perfis. Esse conhecimento transforma envios genéricos em comunicação segmentada, aumentando as taxas de abertura, engajamento e conversão.

    A inteligência está na integração

    Formulários inteligentes não funcionam sozinhos: precisam estar integrados a um sistema de gestão de contatos que permita classificar, filtrar e ativar esses dados de forma estratégica.

    Na EVAG, essa integração acontece no momento da criação do site. Cada formulário é planejado para dialogar com um banco de dados capaz de segmentar por território, interesse, perfil ou nível de engajamento. Isso significa que cada nova inscrição já entra automaticamente em um fluxo de comunicação adequado, seja para receber atualizações, participar de uma campanha ou se engajar em uma ação específica.

    O resultado é uma comunicação mais próxima, relevante e eficiente. Em vez de falar com “todo mundo”, você fala com as pessoas certas, no momento certo.

    Do clique ao relacionamento: o funil da confiança

    A jornada de quem preenche um formulário bem desenhado não termina no “enviar”. Na verdade, é aí que começa a construção da confiança.

    Pense em três etapas:

    1. Coleta qualificada – o formulário certo faz perguntas que geram valor para os dois lados. Você obtém dados relevantes e o usuário sente que está participando de algo significativo.

    2. Acolhimento imediato – uma mensagem automática (por e-mail ou WhatsApp) de agradecimento e confirmação faz toda a diferença. Ela humaniza o contato e reforça a credibilidade de quem envia.

    3. Nutrição de relacionamento – com base nas preferências informadas, a pessoa passa a receber conteúdos, notícias ou campanhas personalizadas. Isso cria familiaridade e engajamento ao longo do tempo.


    Quando bem conduzido, esse processo transforma o primeiro clique em uma relação de confiança de longo prazo.

    O diferencial dos formulários inteligentes na era do tráfego pago

    Com o avanço das campanhas de tráfego pago, os formulários ganharam ainda mais protagonismo. As informações coletadas neles alimentam públicos personalizados e audiências semelhantes nas plataformas de anúncios, permitindo que o investimento publicitário seja mais assertivo e menos disperso.

    Na prática, isso significa que você deixa de falar com quem nunca ouviu falar da sua marca e passa a impactar pessoas com perfis semelhantes aos que já demonstraram interesse real. O resultado? Menos desperdício de verba e maior taxa de conversão.

    É o ciclo completo da comunicação inteligente:

    Site → Formulário → Banco de dados → Segmentação → Campanha → Engajamento → Retorno.

    Boas práticas para formular seu próximo formulário

    Antes de colocar seu formulário no ar, vale seguir algumas dicas que fazem diferença:

    • Seja direto: quanto mais simples, maior a taxa de conclusão.

    • Explique o propósito: diga claramente para que as informações serão usadas.

    • Ofereça valor: prometa (e cumpra) uma contrapartida, como receber novidades exclusivas, materiais, convites ou oportunidades.

    • Pense no pós-preenchimento: defina o que acontece depois que a pessoa envia – mensagem automática, inclusão em fluxo de e-mails, segmentação.

    • Mensure resultados: acompanhe as métricas de conversão e otimize periodicamente.


    Por que isso importa para sua organização

    Ter uma base de contatos segmentada e viva é um ativo que não depende de algoritmos, crises de redes sociais ou mudanças de plataforma. É o que garante autonomia de comunicação e continuidade de vínculo.

    Na EVAG, acreditamos que dados são mais do que números: são histórias, pessoas e potenciais relações. É por isso que tratamos cada formulário como uma ferramenta estratégica pensada para transformar a atenção em pertencimento e engajamento.

    Quer transformar seus cliques em relacionamentos duradouros?

    A EVAG desenvolve sites integrados a bancos de contatos segmentados, com formulários inteligentes, disparos automáticos de e-mails e mensagens, e integração com campanhas de tráfego pago. Nós te ajudamos a construir sua base de dados e a transformar cada clique em um vínculo real.

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  • Nosso trabalho tem valor: o caso da Chapa 21 e a virada construída com a EVAG

    Nosso trabalho tem valor: o caso da Chapa 21 e a virada construída com a EVAG

    A eleição para o Conselho Federal de Psicologia em 2025 foi, desde o início, um campo de provas para qualquer estratégia de comunicação que se pretendesse consequente. O cenário reunia todos os elementos que costumam dificultar campanhas: polarização de ideias, estruturas consolidadas da gestão vigente, chapas concorrentes com recursos financeiros superiores e uma categoria imensa, nacionalizada, heterogênea e altamente técnica. Não por acaso, as primeiras medições colocavam a Chapa 21 nas últimas posições. O que se viu na sequência, porém, foi a construção de uma virada rara: a candidatura que começou desacreditada finalizou o pleito em primeiro lugar, ajudando a redefinir a agenda pública da Psicologia. A EVAG esteve no centro dessa virada: planejando, executando e sustentando uma comunicação que uniu método político, coerência narrativa e organização digital.

    Partimos de um diagnóstico simples e rigoroso: seria inútil tentar competir apenas por volume de peças ou por estética. Era preciso disputar significado. A categoria vivia, de modo difuso, a experiência de desvalorização e a urgência de um horizonte de reconhecimento. Daí a escolha do mote “Nosso trabalho tem valor”, não como mero slogan, mas como chave de leitura da campanha. Ele dialogava diretamente com a mobilização pelo piso nacional da Psicologia e, ao mesmo tempo, dava nome a um sentimento compartilhado por milhares de profissionais. A cada publicação, a cada fala, a cada email, repetimos e aprofundamos esse eixo sem cansar o público, porque o conteúdo mudava de forma e contexto, mas preservava o sentido: valorizar o trabalho, proteger a profissão, abrir caminhos para melhores condições de atuação.

    Com o eixo enunciado, organizamos a campanha em torno de cinco propostas centrais, elaboradas com a coordenação política da chapa e trabalhadas como pilares de uma agenda concreta e verificável. Mantivemos consistência e repetição inteligente: as cinco propostas eram recorrentes em cards, vídeos curtos, textos explicativos, lives, e-mails e no hotsite, sempre com portas de entrada para aprofundamento. Essa estratégia, aparentemente simples, foi decisiva; em ambientes ruidosos, clareza e previsibilidade ajudam o público a reconhecer quem defende o quê. Para registro neste blog, deixamos aqui os espaços para reapresentação das bandeiras conforme a versão final do programa: prioridade para o Piso Nacional da Psicologia, defesa da jornada de até 30h semanais, criação de uma caixa de assistência para a categoria, conexão direta com as bases e conselhos regionais e, por fim, um debate sério e articulado sobre o uso da inteligência artificial na psicologia. Em paralelo, assumimos a tarefa de traduzir debates técnicos em linguagem acessível, preservando o rigor, mas reduzindo barreiras de compreensão, um ponto sensível quando se dialoga com profissionais de áreas e realidades tão distintas.

    Toda a engrenagem de comunicação foi integrada. A EVAG assumiu planejamento estratégico, consultoria política e de comunicação (com alinhamentos sensíveis em momentos-chave), criação e gestão de redes, produção diária de conteúdos, edição de vídeos e materiais gráficos, roteirização, hotsite de referência e mobilização, gestão do banco de contatos e disparo de e-mails segmentados, além da compra organizada de mídia para ampliação de alcance. Do ponto de vista tático, isso significou rotina editorial com pautas temáticas por semana, distribuição equilibrada entre materiais de identidade (a narrativa do “valor”), de programa (as cinco propostas), de serviço (orientações sobre votação, prazos, procedimentos), de contraste (explicitação de diferenças políticas com civilidade) e de mobilização (chamadas para ação, adesão, envio de relatos e apoios). No plano de dados, organizamos o banco de contatos por perfis de atuação, regiões e níveis de engajamento, o que permitiu mensagens úteis e diretas em vez de comunicações genéricas. Partimos praticamente do zero, criando as redes sociais da chapa enquanto os adversários já tinham ferramentas de comunicação com milhares de seguidores. 

    A prova de que a comunicação ultrapassou a moldura eleitoral está no que conseguimos transformar em ação coletiva. Sob coordenação da chapa, construímos uma espiral de participação que ajudou a conquistar as 20 mil assinaturas necessárias para protocolar no Senado a ideia legislativa que institui o piso nacional da Psicologia. Esse resultado, símbolo da inteligência coletiva da categoria, demonstrou que “Nosso trabalho tem valor” não era apenas uma frase de efeito: ele se desdobrou em pressão democrática organizada, conectando o cotidiano das(os) psicólogas(os) com a arena institucional e reforçando a importância da integração entre redes, hotsite e comunicação direta.

    No terreno estritamente eleitoral, a comparação com ciclos anteriores ajuda a dimensionar a virada. O pleito de 2025 registrou aumento de 20% na participação em relação à eleição anterior, um sinal inequívoco da disputa acirrada e do interesse despertado. Em contexto de assimetria de recursos, com adversários que contavam com grandes estruturas e orçamentos robustos, a Chapa 21 saiu do último lugar nas pesquisas para vencer a eleição nacional, alcançando 38.736 votos. É um desfecho eloquente: consistência política, densidade programática e capilaridade comunicativa conseguem, sim, superar desigualdades materiais quando acompanhadas de método e trabalho.

    Se a pergunta é “o que fez a diferença?”, a resposta combina três camadas. Primeiro, a mensagem certa: uma ideia-forte que atravessou toda a campanha, sustentada por conteúdo que respeita a inteligência da categoria. Segundo, a arquitetura certa: um ecossistema simples de entender e robusto de operar (redes → hotsite → banco de contatos → e-mail → ação), em que cada ponto alimenta o seguinte. Terceiro, o ritmo certo: constância, previsibilidade em marcos de publicação, e capacidade de adaptar a cadência à medida que a campanha avançava e a adesão crescia. O resultado não foi apenas “falar com mais gente”, mas ouvir melhor, melhorar a qualidade do debate e transformar apoio difuso em participação ativa.

    Esse caso ilustra o que a EVAG oferece quando assume uma campanha: estratégia política aplicada, linguagem clara, rotina editorial disciplinada, operações digitais integradas e gestão responsável de recursos. Não prometemos milagres, prometemos método. Trabalhamos para que cada real investido encontre um propósito, cada peça publicada cumpra uma função e cada contato registrado se converta, no tempo certo, em relação, mobilização e resultado. Em termos operacionais, isso significa que podemos replicar o desenho com as adaptações necessárias a cada contexto, sempre com diagnóstico inicial, objetivos mensuráveis, cronograma realista e acompanhamento semanal de entregas.

    Por fim, o aspecto mais valioso dessa experiência: confiança. A Chapa 21 nasceu como dissidência, precisava apresentar diferenciação real e provar que não era apenas um arranjo de ocasião. A campanha mostrou essa diferença na forma e no conteúdo: renovou métodos, reduziu o ruído, organizou o diálogo e deu centralidade à valorização profissional. Da desconfiança inicial à vitória, o que sustentou a travessia foi a combinação entre política e comunicação, duas artes que, quando andam juntas e com responsabilidade, devolvem potência às causas. É por isso que afirmamos, com a serenidade de quem aprendeu fazendo: nosso trabalho tem valor. E pode ter valor para o seu projeto também.


    Alguns números da Chapa 21:

    • Alcance total no Instagram: 2.784.476
    • Visualizações (impressões): 2.009.979
    • Engajamentos (interações): 141.646
    • Verba investida em anúncios: 3.964,71
    • Taxa média de abertura de e-mails: 36%
    • Assinaturas totais para a ideia legislativa: 22.367
    • Votos totais: 38.736
    • Diferença para a 2ª colocada: 4482
    • UFs com maioria: 11
  • Como criar campanhas de abaixo-assinado e petições digitais que geram engajamento real

    Como criar campanhas de abaixo-assinado e petições digitais que geram engajamento real

    A mobilização digital nunca foi tão necessária — e, ao mesmo tempo, tão desafiadora. Em um cenário de sobrecarga informativa, conquistar a atenção do público e transformá-la em apoio concreto exige estratégia, clareza de objetivos e domínio sobre as ferramentas de engajamento. Campanhas de abaixo-assinado e petições digitais continuam sendo poderosas para impulsionar causas, pressionar autoridades e organizar coletivamente demandas urgentes. Mas, para funcionarem de forma eficaz, precisam ir muito além do “clique”.

    Na EVAG, desenvolvemos um método que transforma essas ações em ferramentas estruturadas de escuta, mobilização e incidência política, com base em três pilares: segmentação de dados, planejamento de campanha e estratégia de devolutiva.

    Segmentação: a inteligência por trás do engajamento

    Uma petição ou abaixo-assinado pode parecer um instrumento genérico à primeira vista, mas é justamente a capacidade de segmentar os dados coletados que transforma essa ferramenta em uma base de relacionamento sólida. Trabalhamos com quatro eixos de segmentação:

    • Territorial: permite acionar moradores de uma região específica ou agrupá-los por local de moradia, útil para campanhas que têm como destinatários vereadores, prefeitos, secretarias estaduais etc.

    • Por interesse: educação, transporte, moradia, segurança alimentar, saúde — identificar o que move cada pessoa permite comunicações mais personalizadas no futuro.

    • Por perfil: lideranças comunitárias, apoiadores institucionais, militantes, técnicos, comunicadores — perfis distintos exigem abordagens distintas.

    • Por nível de engajamento: quem apenas assina, quem compartilha, quem comparece a eventos, quem participa de grupos ativos. Esse mapeamento viabiliza uma escada de engajamento realista e progressiva.


    Ao integrar o formulário da petição a um banco de dados segmentado, abrimos a possibilidade de comunicação contínua e estratégica, inclusive para campanhas futuras, sem sobrecarregar os canais de contato com mensagens genéricas.

    Planejamento e timing: evitar a fadiga e manter a campanha “quente”

    Muitas campanhas se perdem no tempo porque não têm um arco definido. Por isso, recomendamos que cada campanha digital siga um planejamento com início, meio e fim, claramente comunicados ao público. Isso inclui:

    • Data de início e encerramento previstas desde o lançamento.

    • Meta explícita de assinaturas (por exemplo, 5.000 assinaturas em 30 dias).

    • Definição clara do destinatário: uma autoridade pública, uma instituição, uma secretaria, um gestor específico.

    • Calendário de impulsionamento nas redes sociais, com posts planejados para gerar senso de urgência, divulgar marcos atingidos (ex: “Chegamos a 1.000 assinaturas!”) e dar visibilidade aos principais signatários.


    Esses elementos ajudam a criar campanhas com temperatura constante, que mobilizam porque têm propósito, data de entrega e resultados perceptíveis.

    Devolutivas: não basta coletar, é preciso responder

    Muitas campanhas param na assinatura. Na EVAG, acreditamos que o vínculo só se consolida quando há retorno concreto ao signatário. Por isso, estruturamos ações de devolutiva que incluem:

    • E-mails periódicos com atualizações da campanha (parciais de assinaturas, novas adesões, movimentações do destinatário).

    • Resumo final com o que foi feito com a petição, como entrega formal, resposta recebida, próximos passos da causa.

    • Integração com redes sociais e grupos de WhatsApp para manter um canal de proximidade e participação contínua.


    Esse processo reforça o engajamento e transforma apoiadores eventuais em aliados permanentes da causa.

    Conclusão: do clique ao compromisso

    Uma boa campanha de abaixo-assinado digital não é uma peça isolada. Ela é parte de uma estratégia ampla de mobilização que começa com o interesse pontual e se desdobra em engajamento contínuo. Com dados organizados, retorno transparente e planejamento bem executado, é possível transformar cada clique em potência política real.

    Na EVAG, oferecemos soluções completas para esse tipo de mobilização — da criação de sites com formulários integrados ao banco de contatos, até o acompanhamento estratégico das campanhas nas redes.

    Quer lançar sua próxima campanha com impacto real?
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