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  • SEO para políticos e entidades: como ranquear no Google sem pagar anúncios

    SEO para políticos e entidades: como ranquear no Google sem pagar anúncios

    Em um cenário digital cada vez mais competitivo, aparecer bem posicionado no Google é fundamental para qualquer mandato, sindicato ou organização que queira fortalecer sua comunicação com a base, ampliar sua visibilidade e atrair novos apoiadores. Mas como fazer isso sem depender de anúncios pagos?

    A resposta está em uma estratégia eficiente de SEO (Search Engine Optimization) — um conjunto de práticas que ajuda seu site a ranquear nos primeiros resultados de busca de forma orgânica, ou seja, sem custo por clique.

    A seguir, você confere dicas práticas de SEO voltadas especialmente para mandatos parlamentares, entidades sindicais e organizações da sociedade civil.

    1. Tenha um site estruturado para SEO

    O primeiro passo para um bom posicionamento no Google é contar com um site bem desenvolvido e otimizado desde a base. Isso inclui:

    • URL amigável (ex: www.sindicatosaopaulo.org/educacao)

    • Títulos (H1, H2) bem organizados

    • Meta descriptions claras e atrativas

    • Site seguro (com certificado HTTPS)

    • Boa velocidade de carregamento


    A EVAG oferece soluções de sites políticos e institucionais estruturados com foco em SEO, para que você já comece com vantagem.

    2. Produza conteúdo relevante e frequente

    O Google privilegia sites com conteúdo original, atualizado e útil para o público. Por isso, manter um blog com artigos sobre temas estratégicos — como direitos trabalhistas, políticas públicas, prestação de contas ou lutas sindicais — é essencial para manter seu site ativo e bem ranqueado.

    📌 Dica: Use palavras-chave que o seu público procuraria no Google, como “reforma tributária sindical”, “prestação de contas do vereador X” ou “como funciona o piso da enfermagem”.

    3. Use palavras-chave estratégicas (sem exagerar)

    Escolher boas palavras-chave é essencial. Elas devem estar nos títulos, nas primeiras frases do texto, nas legendas de imagem e até no nome do arquivo (ex: piso-enfermagem-sindicato.pdf).

    Mas cuidado: exagerar nas palavras-chave pode prejudicar seu ranqueamento. O ideal é usar de forma natural, com foco em clareza e relevância para o leitor.

    4. Tenha um site responsivo e acessível

    Mais de 70% dos acessos a sites políticos e institucionais vêm de dispositivos móveis. Ter um design responsivo, que se adapta bem ao celular, é obrigatório — inclusive para o SEO, já que o Google penaliza sites que não funcionam bem em telas pequenas.

    Além disso, acessibilidade é essencial: descrições de imagens, contraste de cores e navegação simples fazem seu site ser mais bem avaliado pelos buscadores e pelos usuários.

    5. Gere backlinks e esteja presente em outras páginas

    Quando outros sites de confiança colocam links para o seu, o Google entende que você tem autoridade no assunto. Isso ajuda muito a melhorar seu ranqueamento. Por isso:

    • Busque parcerias com veículos de comunicação, universidades, fóruns ou portais parceiros.

    • Mantenha perfis atualizados em redes sociais e diretórios (Google Meu Negócio, por exemplo).

    • Compartilhe conteúdos do seu site em newsletters e materiais de divulgação.


    A política do futuro se comunica com estratégia

    Na EVAG, criamos sites e estratégias de conteúdo pensadas para mandatos, sindicatos e organizações que precisam se comunicar com eficiência e ranquear bem no Google sem depender de anúncios pagos.

    Se você quer atrair mais visitas, engajar sua base e fortalecer sua presença digital, entre em contato com a nossa equipe.

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  • Como criar um site político funcional em 2025?

    Como criar um site político funcional em 2025?

    Em 2025, ter um site político funcional deixou de ser apenas uma vitrine digital — tornou-se um instrumento estratégico de comunicação, mobilização e prestação de contas. Um site bem estruturado pode fortalecer a imagem pública de um mandato, engajar a base de apoiadores e abrir novos canais de diálogo direto com a população. Mas afinal, o que um site político precisa ter para realmente funcionar?

    A seguir, listamos os elementos essenciais para criar um site político funcional em 2025 e explicamos por que contar com uma empresa especializada como a EVAG faz toda a diferença.

    1. Formulário de inscrição integrado a um banco de contatos

    O maior ativo de um mandato é sua base de apoio. Por isso, o site precisa conter um formulário de inscrição eficiente, que colete nome, e-mail, telefone e interesses dos visitantes. O diferencial está na integração com um banco de contatos segmentado, permitindo o envio de e-mails, newsletters e convocações de forma personalizada e estratégica. Com isso, a comunicação deixa de ser genérica e passa a ser dirigida a quem realmente importa.

    2. Biografia do parlamentar: clareza e conexão

    A seção “Quem sou eu” continua sendo uma das mais acessadas em qualquer site político. Uma biografia bem escrita, com tom humano e político ao mesmo tempo, ajuda a criar conexão com o eleitorado. Ela deve apresentar a trajetória de vida, experiências profissionais, motivações políticas e causas defendidas. É um espaço de construção de confiança.

    3. Projetos legislativos organizados por temas

    Transparência e acessibilidade são valores fundamentais da política contemporânea. Por isso, um site político precisa apresentar os projetos legislativos e iniciativas do mandato organizados por tema (educação, saúde, meio ambiente, direitos humanos, etc.). Isso facilita a navegação, valoriza a atuação parlamentar e ainda ajuda o eleitorado a compreender o impacto do trabalho legislativo.

    4. Design responsivo e adaptado para mobile

    Com mais de 70% dos acessos vindos de smartphones, é fundamental que o site político seja 100% responsivo — ou seja, que se adapte perfeitamente a diferentes tamanhos de tela, seja em celulares, tablets ou computadores. Além disso, o tempo de carregamento deve ser rápido e o menu de navegação intuitivo. Um site que trava ou desorganiza informações no celular é um site que perde eleitores.

    5. Soluções adaptadas à realidade de cada mandato

    Cada mandato tem suas prioridades, seu público e seu estilo de comunicação. Por isso, o site deve ser construído sob medida. A EVAG é especializada justamente em desenvolver sites políticos personalizados, com ferramentas que se adaptam à rotina de parlamentares, assessorias e equipes de comunicação. Isso inclui desde atualização automática de conteúdos até integração com redes sociais, calendários e áreas restritas para filiados ou apoiadores.

    Por que escolher a EVAG para criar seu site político?

    A EVAG é referência na criação de sites políticos integrados a sistemas de mailing segmentado, com foco em comunicação estratégica e mobilização digital. Entendemos as necessidades de quem ocupa um cargo público ou está em campanha. Nossos projetos são rápidos, funcionais, seguros e esteticamente alinhados à identidade do mandato.

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  • A Importância da Autonomia Política e da Regulamentação Democrática no Cenário Digital

    A Importância da Autonomia Política e da Regulamentação Democrática no Cenário Digital

    As recentes mudanças no quadro diretivo da Meta, que apontam para uma possível guinada política à extrema direita, trazem à tona uma questão central para o campo democrático: a dependência das forças políticas em relação às grandes corporações de comunicação digital, as chamadas Big Techs. Essa dependência não apenas fragiliza a atuação política autônoma, como também reforça desigualdades estruturais no acesso à informação e na formação da opinião pública.

    O Problema da Dependência Algorítmica

    Vivemos em um mundo onde o fluxo de informações é determinado por algoritmos controlados por empresas privadas com interesses próprios. Cada cidadão é exposto a uma realidade personalizada, o que fragmenta o debate público e enfraquece os pilares da democracia. O caso da Meta ilustra como decisões estratégicas dessas corporações podem moldar, direta ou indiretamente, as percepções políticas de milhões de pessoas.
    Quando as forças políticas constroem suas estratégias exclusivamente em plataformas dessas corporações, encontram-se na situação de “construir um castelo em terras alheias”. Esse castelo, que simboliza toda a infraestrutura de comunicação e engajamento, está sujeito às regras e interesses do “dono das terras” – as Big Techs. Isso significa que mudanças de algoritmos, novas políticas de monetização ou decisões empresariais podem alterar o alcance das campanhas, invisibilizar mensagens importantes ou até interromper completamente o acesso ao público. 

    Atualmente, mandatos parlamentares progressistas, entidades e organizações da sociedade civil são pressionados pela dinâmica propositalmente caótica das redes sociais, investindo recursos financeiros e humanos em esforços incessantes para se comunicar com um público cada vez mais disperso. Por isso, construir e manter bases de dados próprias e ferramentas de comunicação independentes é uma tarefa essencial para garantir que a comunicação política seja resiliente e não refém de plataformas externas, estabelecendo um fluxo de comunicação sem a intermediação das Big Techs.

    A Estratégia de Dados e a Construção de Autonomia

    Para o campo democrático, a construção de autonomia digital não é apenas estratégica, mas vital. Isso significa investir na criação de bases de dados próprias, ferramentas independentes de comunicação e redes de engajamento que não dependam exclusivamente das Big Techs. Isso permite maior controle sobre os dados, a comunicação e, sobretudo, a narrativa política. Trata-se não apenas de uma tática emergencial para manter relevância política em meio às incertezas envolvendo as principais ferramentas de comunicação digital, mas também de uma opção política de enfrentamento concreto ao domínio de empresas estrangeiras que declararam guerra à soberania nacional do Brasil e dos demais países do mundo.

    A ideia não é abandonar as grandes plataformas de maneira impulsiva e isolada, mas reduzir a dependência delas, utilizando-as como pontos de contato com seus usuários e não como pilares estratégicos. A metáfora do castelo nos orienta a consolidar uma fortaleza própria, enquanto usamos os “reinos alheios” como ferramentas secundárias.

    Regulamentação Democrática das Big Techs

    Por outro lado, não basta construir autonomia; é fundamental lutar por regulamentação democrática dessas corporações. As big techs exercem hoje um poder quase soberano, influenciando eleições, moldando debates e decidindo quem e o que será visto. Isso é incompatível com os valores democráticos.

    Regulamentar não significa censurar ou controlar conteúdo, mas garantir transparência nos critérios algorítmicos, impor limites ao uso de dados pessoais, reverter a concentração econômica e assegurar equilíbrio na distribuição de informações. É preciso que a legislação proteja o direito à informação como um bem público, acima dos interesses privados dessas corporações.

    Uma Luta Necessária

    A autonomia das forças políticas e a regulamentação das big techs não são questões isoladas; são elementos centrais para a preservação da democracia em tempos digitais. Somente assim será possível combater a fragmentação da realidade, fortalecer o campo democrático e construir um ambiente político mais justo e equilibrado.

    Naturalmente, a extrema-direita está organizada para lutar contra qualquer forma de regulamentação democrática das plataformas digitais. A mensagem de Zuckerberg também teve o objetivo de convocar aqueles que mais se beneficiam do caos e da desinformação no ambiente digital: os antidemocratas.

    Os recentes movimentos da Meta são uma declaração de guerra à democracia, aos direitos humanos e ao debate público calcado na verdade dos fatos. É hora de reforçar nossas estratégias de defesa e ataque, construir nossas fortalezas informacionais e lutar por um ambiente digital onde a democracia prevaleça sobre os interesses privados de poucos.